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terça-feira, 29 de março de 2011

Bipolaridades Numéricas


No que diz respeito aos oitos... não há maneira de me decidir.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Nota mental: Panelas vs Tachos

Fazer a sopa SEMPRE em panelas. Independentemente da quantidade!!!
Ontem, numa das minhas incontáveis tentativas de elaboração de uma sopa minimamente comestível, e tendo em conta que não sou apreciadora de sopa de um dia para o outro (isso é coisa de bacalhau à Brás), decidi fazer uma quantidade individual da dita.
Pareceu-me desnecessário sujar uma panela para tal. Vai daí, tacho com os ingredientes. Perfeito até ao momento varinha-mágica!
Chafurdice total na bancada, na roupa, nas mãos...

quinta-feira, 3 de junho de 2010

So typical

Dias e dias sem fazer nada no trabalho para depois, no feriado, trabalhar em casa.
Shame on you Inês!!!!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Nota mental

Eliminar definitivamente o "pá", "oh pá", "é pá" e afins do meu vocabulário.
Não há credibilidade que aguente!

sábado, 25 de julho de 2009

A sorte da Guidinha...

... foi eu estar num dia bom e a minha "Galleta de la fortuna" ter dito para pensar em mim antes de pensar nos outros. Achei que não valia a pena desgraçar a minha vida em prol da literatura portuguesa (*).

Foi só por isso que ontem o meu volante não guinou, de repente, para a a esquerda e a Margarida Rebelo Pinto pode seguir descansada o seu passeio e bicicleta (ou biciclete????) na pacata vila de Paço d'Arcos.



(*) Se é que se pode chamar literatura ao que ela faz e se o que ela escreve for o pior que ela tem. Se calhar é melhor dizer "em prol da sociedade portuguesa". Haveria, sem dúvida, muito menos momentos irritantes na vida de todos!

domingo, 5 de julho de 2009

Ainda sobre o tique...

O que mais me irrita, é que sempre que me me sai uma piscadela me imagino assim:


Além de amarelo, tem cara de parvo. Não é uma imagem bonita, não senhor.

sábado, 4 de julho de 2009

Ai o raio do tique!

Apareceu, assim, de um momento para o outro, sem que nada me preparasse para tal e tomou conta do meu olho!

De há uns tempos para cá dou por mim (inconscientemente, eu juro!), por dá cá aquela palha, a piscar o olho às pessoas. Quando dou por mim, já é tarde. Já saiu.
No meio de uma qualquer conversa, sem mais nem menos, lá me sai a piscadela. Daquelas piscadelas de cumplicidade... mesmo com que não tenho qualquer tipo de cumplicidade.

Mas o que é isto???
O meu olho direito (sim, porque o esquerdo não pisca nem conscientemente) decidiu dar o ar da sua graça??
Era só o que me faltava!

Logo a mim que toda a vida desconfiei de tais piscadelas.

sábado, 20 de junho de 2009

"Eise-a"


(a prova do meu minuto de fama)

sexta-feira, 12 de junho de 2009

O meu minuto de fama

Diz que o post sobre as comemorações do 10 de Junho foi publicado ontem no "Blogues em Papel" no P2 (página 2).
Fizeram pequenas correcções ao texto e cortaram algumas partes (tudo sem autorização, claro está) mas nada de muito crítico.
Já pedi à minha mãezinha para guardar o recorte para daqui a muitos anos poder mostrar-lo aos meus netos!
Afinal já posso dizer que apareci no jornal... bem, acho que vou para os lados de Alfama comemorar a efeméride e não o Santo António que continua a não me dar razões para lhe fazer uma festa!



P.S. Thanks Maggie, se não fosse a tua mensagem o meu minuto de fama ter-me-ia passado completamente ao lado.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Têm o previlégio...

...de estar a ler o blog da única pessoa que, depois de ter sido despedida, continua a trabalhar (de livre vontade) até às 10 da noite!
Chamem-me nomes!
Batam-me!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Comunicado

Venho por este meio comunicar, publicamente, o meu pedido de desculpas aos meninos e meninas que me têm aturado nos últimos dias.
Peço desculpa pelas cenas a roçar o histerismo, pelas irritaçõezinhas estúpidas, pelas perdas de controle descabidas, pelas respostas exaltadas e por outras fases de lentidão mental.
Na última semana estive em pleno período de "Tás Parva, Mulher!" mas já acabou! Voltei ao normal (pelo menos espero...).
Aproveito também para agradecer a vossa infinita paciência e controlo. Nestas alturas, até eu tenho vontade de me esbofetear.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Chegou a época dos pensos rápidos...

e das bolhas nos pés!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A minha mala cheira (intrinsecamente) mal!

É o que dá comprar coisas nos chineses!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Síndrome de Calimero


Já toda a gente sabe que eu tenho a mania de que sou invisível e de que as pessoas não me (re)conhecem.
Não são raras as vezes em que passo por mal-educada porque me cruzo com alguém na rua ou em qualquer outro sítio e não lhe falo.

A verdade é que se finjo que não as vejo é porque acho que não se vão lembrar de mim e vão sair-se com um "desculpe, não estou a ver..." o que me deixaria com vontade de me enfiar num buraco já que não tenho expediente ou lata para sair airosamente de uma situação dessas. O meu pânico do ridículo é tal que a minha reacção é olhar para o lado ou para o infinito (o que eu gosto de olhar para o infinito...) como se a pessoa não estivesse ali (*).

Ora, eu até já achava que esta minha teoria da "invisibilidade" se aplicava também à pirataria informática e que até os famosos hackers da CGD me ignoravam afinal, há meses que via a esta mensagem de aviso no site da Caixadirecta e cá eu nunca tinha sido contemplada com o famoso e-mail.

Eis senão quando ele chegou. Já ganhei o dia!

Afinal parece que sabem da minha existência! Mesmo com uma minha continha nada choruda também tive direito a receber o mail. E que belo mail

Estimado(a) Cliente, Com o intuito de melhor o servir, o Caixa Geral de Depositos vem transmitir-lhe que está a proceder á verificação e actualização dos dados do cliente. Com vista a este fim, somos a pedir-lhe que verifique e actualize os seus dados. Para sua maior comodidade poderá fazê-lo através do programa aqui disponível para download:

https://caixadirecta.cgd.pt/CaixaDirecta/Confirmacao_de_dados.zip

O cliente dispõe de 5 dias úteis para proceder á actualização de dados. Sendo que não o faça poderá ver o seu acesso restringido. O correcto preenchimento desta informação é fundamental para que as suas operações se façam sem prejuízo, para si. Caso não seja cliente, ainda, poderá fazê-lo através deste endereço:

https://caixadirecta.cgd.pt/CaixaDirecta/signupStart.do

Gratos pela sua preferência, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.

**Por favor não responda a este e-mail***

Copyright © 2009 Caixa Geral de Depositos.
Todos os direitos reservados.
As marcas registradas e os tipos designados são da responsabilidade dos respectivos proprietários.


Mas alguém acredita que um banco não saiba escrever? Nem sequer o próprio nome???

Gosto principalmente da parte do "caso não seja cliente...". Que é como quem diz: "Não és cliente? Achas que estão a fazer grupinho à parte porque ainda não podes ser enganado? Não te preocupes, se clicares neste link nós tratamos desse assunto e passas a pertencer à grande família dos tótós que se deixam enganar por piratas de meia tigela!".

Muito bom!

(*) Aviso à navegação: Se por acaso se cruzarem comigo e eu não vos falar, metam conversa. Das duas uma, ou não vos vi (no caso dos amigos) ou a minha timidez, associada a uma boa dose de insegurança (já para não falar no atraso mental crónico) não me permitiu tomar a iniciativa.
Bem... se não vos apetecer falar porque me acham "the most boring person in the world" então estão à vontade para olhar para o infinito ou atravessar a rua como quem não quer a coisa. Não há qualquer risco de serem abordados por mim.


quarta-feira, 1 de abril de 2009

E se de repente...

...respondes à altura à carta ameaçadora do teu vice e ficas "mortinha" de medo à espera da resposta... isso é a dura vida de uma administradora banana...

... ou panhonha, ou tótó, ou medricas...

É nestas alturas que detesto o meu signo!

terça-feira, 24 de março de 2009

Not cool

Não gostar de cerveja não é cool.
Ser fona não é mesmo nada cool.
Logo, alguém que conjugue essas duas características é not cool ao quadrado.
Essa pessoa sou eu!

Episódio recorrente em qualquer saída à noite:

- O que é que queres beber, uma cerveja?
- Não... não gosto!
- Então? Vodka?
- Não, também não. Não me apetece (Mentira!!!! Estou é a fazer contas de cabeça...)! Pode ser... hummm... uma Frize Limão!

E pronto! Enquanto toda a gente bebe cerveja, eu bebo aguinha e sou a maior tótó da área.
Confesso que, sempre que tenho hipótese, tento disfarçar: despeja-se a água toda no copo, junta-se-lhe uma rodela de limão e uma pedras de gelo, e já está. De copo em riste, passo de tótó a gente fina que, em vez da jola, se manda para o gin tónico.
(Sem dúvida, muito mais de acordo com o meu estatuto de mulher de 30 anos, independente e sofisticada!)

E mantém-se a pose até ao momento em que alguém se lembra de pedir um golo da nossa bebida...

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Delicadezas

Segundo a minha mãe, quando era pequena, era super delicada. Eu não mexia nas coisas, tocava-as apenas.
Quando era pequena, tão pequena que ainda nem sabia ler, era capaz de passar horas e horas a desfolhar cuidadosamente qualquer livro ou revista que me passassem para a mãos. Desfolhava-os como se fossem tesouros.
Diz a minha mãe que nunca rasguei uma página ou sequer parti um brinquedo.

Ora, se eu era assim em pequena, alguma coisa de muito grave se deve ter passado comigo em algum momento da minha vida porque há vários anos que sou conhecida por ser a Miss Descuidada. Houvesse tal prémio e as outras candidatas saberiam que nunca poderiam esperar mais que um honroso lugar de Dama de Honor.

Tenho uma tendência assustadora para ir contra qualquer mesa, cadeira, porta ou até parede que me apareça à frente. Não há dia que não dê encontrões às coisas, que não as deixe cair ao chão, que me escorreguem das mãos (de manteiga). Já para não falar das coisas entornadas, partidas ou entortadas. Já é um problema crónico.
A “delicadeza” é tanta que, na família, sou conhecida por “carro de assalto”.

Há quem se queixe que andar comigo ao lado pode ser bastante incomodativo uma vez que tenho alguma tendência para me ir encostando ou empurrando quem vai comigo. Não são raras as vezes que andamos em diagonal.
Tive até um episódio em que uma triste personagem que se cruzou na minha vida disse mesmo que não gostava de mim porque eu ia constantemente contra as coisas.
Vá, eu sei que é chato, até irritante, mas acho que não é para tanto. Afinal, até sou boa rapariga... desde que não tenha mesas com jarras de porcelana ou cristal por perto.

Há ainda outra coisa em sou que especialista: tropeções e/ou tornozelos torcidos. Tempos houve (felizmente parece que passaram) em que era também conhecida por cair! De preferência em sítios onde houvesse muita gente. Quanto mais melhor.
Na faculdade, as escadas do departamento foram feitas “de cu” pelo duas vezes (sempre à saída das aulas, que era quando havia mais assistência), nas do átrio central também caí. No refeitório consegui tropeçar nas calças. E na esplanada, não me lembro, mas devo, de certeza, ter dado espectáculo... cair ou partir uma cadeira não me parece nada impossível.
Fora estas, houve também quedas no meio da Praça de Londres às 9h da manhã e à saída de um café ao pé da praia.
Houve ainda outra, muito aparatosa (e estrondosa) que, embora tenha acontecido num ambiente mais recatado, foi das que mais me envergonharam. Consegui estatelar-me do cimo de uma cadeira e cair de cara! Resultado: um buraco no lábio, sangue por todo o lado e um tal estrondo na casa que, em menos de 10 segundos, tinha as 3 pessoas com quem vivia há duas semanas e que mal conhecia enfiadas no meu quarto a olharem para mim com ar de pânico! Não foi bonito, não senhora.

Mas terminada que parece estar a tendência para quedas (acho que essa das alturas foi mesmo a última... já lá vão 4 anos) alguma outra tinha de ter. E ultimamente não posso tocar em nada... tudo se parte. Ele é a haste dos óculos, ele é pulseiras, ele é a alavanca do banco do carro do meu pai no dia em que ele mo emprestou...
Nem aquele utensílio da casa-de-banho a que uns chamam piaçaba mas que cá para mim sempre foi um “piaçá” escapou.
Acho que é melhor estar quietinha. Com o frio que faz acho que me vou enfiar na cama e imbernar!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

No english

Se há coisa que me deixa com vontade de me enfiar num buraco é reparar que o mail enviado para Londres tinha 3 erros básicos na 1ª frase!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Adenda ao post anterior

Ou ‘como denegrir AINDA MAIS a minha imagem’

Pior que solicitar a paragem do comboio foi o que veio depois de me ter apercebido da minha figurinha. Devo ter esticado o braço mais umas 3 ou 4 vezes, em várias direcções para disfarçar, como se sofresse de um tique nervoso. Antes ter espasmos corporais que passar pela tótó que acha que está numa paragem de autocarro.
Muito ridícula... é o que sou!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Ridículo é...

... esticar a mão em frente ao comboio como que a pedir que pare. Rídicula sou eu!