The xx - Crystalised
Grizzly Bear - Two Weeks
Muse - Upspring
Vaya semanita!
E tudo graças à Miss Google Reader!
(e antes que perguntes: Sim, foi melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos!)
(Para quem não está a ver qual é, aqui fica o link já que "A incorporação foi desativada mediante solicitação" e eu não estive para a solicitar...)
…e a sua Banda também.
Já lá vão mais três dias e continuo de ressaca do concerto.
Gostava de fazer um rescaldo à altura mas não tenho capacidades para tal.
Resta-me dizer que, mais uma vez, excederam todas as expectativas.
Qualquer concerto de 2h é um belo concerto, agora, 2h30 de espectáculo num festival, só mesmo estes senhores. E se se tivessem alargado mais eu não me importaria. Quer dizer, se calhar acabaria por me importar, mais tarde, quando me apercebesse que tinha perdido duas amigas que já estavam a pontos de me matar e que lhes/me devem ter rogado muuuuitas pragas. (*)
Há alguns anos que ando a tentar deixar-me de alguns rótulos como "a melhor amiga", "a comida favorita", "o melhor filme de todos os tempos", "o dia mais feliz da minha vida", "o meu actor/actriz favorito", etc. Sempre que etiquetei alguém ou alguma coisa desta forma, acabei, invariavelmente, e por diversos motivos, por ter de "desetiquetá-la", de maneira que já tinha desistido de dizer que tinha "uma banda" favorita.
Mas, tal como há dois anos depois do concerto da DMB, a etiqueta voltou a ser posta. E desta vez desconfio que já não sai. São, sem dúvida, o meu grupo favorito. (**)
(*) Obrigadaaaaaaa… sei o que vos custou!
(**) E não vou tecer aqui comentários sobre o senhor que lhe dá o nome porque já não tenho idade para comportamentos de adolescente (já bem bastaram as 2h30 de sábado). Mas, vá… arrisco-me a dizer que, se não fosse uma "celebrity" a viver nos States, seria o homem da minha vida.
Não satisfeita, comprei também os bilhetes para o concerto no Tivoli (19 de Maio).
Vamos em excursão. Se alguém se quiser juntar é muito bem vindo. Será, com certeza, um serão do best.
Desconfio que, à semelhança do "Fácil de Entender", vão passar esta música até à exaustão e que vou acabar por enjoar.
Mas antes que isso aconteça vou ali até à Fnac comprar o CD e já venho.
Até já.
P.S. Para ver o Making Of que me deixou com água na boca clicar aí atrás onde diz Making Of.
Bem, mas esta conversa toda para dizer que em Janeiro, na altura em que aponto os aniversários, decido também fazer uma pesquisa dos concertos previstos para os anotar na agenda.
Ora bem, este ano parecia, à partida bastante mais pobre que 2008.
Eis senão quando começam a aparecer as boas notícias:
Os The Killers vêm ao Super Bock e o Dave está de volta (lá terei de mexer uns cordelinhos para ver se se arranja uns bilhetes). Pelo meio temos os The Cinematic Orchestra e também o Yann Tiersen (*).
O Bom (ou melhor "Boa") - Russian Red
A espanhola, Lourdes Fernandéz de seu nome, que dá a cara pelo projecto foi uma agradável surpresa (eu sei que já tinha o álbum na minha biblioteca há não sei quanto tempo, mas passas-me tanta coisa, que não consigo dar vazão a tudo). As canções delico-doces ficam no ouvido e a voz dela é fabulosa.
O Mau - Foge Foge Bandido (aka Manuel Cruz)
Era nítido que a maioria das pessoas que enchia a sala estavam ali por ele mas nem isso não foi o suficiente para convencer. Na minha opinião foi o momento fraco da noite.
Começou por demorar eternidade em palco depois de ter sido anunciado. Entrou mudo e saiu calado. O concerto foi tão parado que estive, por diversas vezes, à beira de fechar os olhos e dormir. E, para completar o ramalhete, em plena promoção de um novo álbum (com um novo nome) que não funciona particularmente bem ao vivo, dá-se ao luxo de não cantar o single que, para além de ter sido a música lançou o projecto, é uma das melhores. É verdade que é uma forma de fugir ao óbvio e quebrar as regras mas, a mim, pareceu-me mais uma onda de vedetismo de alguém que já fez muito, sim, mas não é nenhum monstro sagrado da música portuguesa.
Foi uma desilusão salva apenas pelo trabalho em si. Há que admitir que o álbum é muito bom.
O Óptimo - Josh Rouse
Apesar do contratempo Cruz, a noite acabou muito bem. O Josh Rouse esteve em grande provando que da última vez estava mesmo doente e que eu estava enganada no que diz respeito à sua animação em cima de um palco.
Ele, de fato completo (o verdadeiro terno: calças, casaco e colete), a guitarra e o Raul Rodriguéz (ou seria Hernandéz?) deram espectáculo e animaram a sala com as canções antigas, as novas e as cantadas em espanhol (Valência baixou no rapaz).
Até os mais cépticos acabaram por gostar.
Uma pessoa já não pode estar descansada a enviar um simples mail...
Também é verdade que me senti um bocado deslocada... a audiência era constituída maioritariamente por crianças. Não tinham mais de 18 anos...